sexta-feira, 19 de outubro de 2012

DEUS CUIDA DE MIM E A CADA DIA ME ENSINA COMO AMAR MAIS A VIDA!!!

Pela graça, bondade e misericórdia do Papai do céu, estou completando hoje 4 aninhos! Apesar dos meus 4 aninhos, ainda sou bebê, pois não consigo fazer e falar coisas que outras crianças conseguem, mas sou feliz mesmo assim, sabe por quê? Imagine só, como é bom a mamãe te dar denguinho o tempo todo, te dar banho, comidinha na hora certa, te levar para passear, te levar ao médico, te dar remedinho na hora, sem contar o zelo e o cuidado 24 horas por dia. É bom demais! Sem contar minha maninha, que vive me paparicando o tempo todo. Ela gosta e aceita brincar comigo do jeito que posso, me enche de cosquinhas e passeia comigo. Ela ajuda muito a mamãe a cuidar de mim. Grita um monte pedindo socorro, quando invento de ficar pulando na minha cadeirinha. Sou muito feliz pelas pessoas que Papai do céu providenciou para estarem ao lado do meu papai e da minha mamãe quando eles mais precisaram que era quando minha saúde não estava muito bem. Pessoas estas que nos animaram e nos fizeram enxergar que não estávamos sozinhos. Deus escolheu minha mamãe, meu papai e minha maninha para me amarem e me aceitarem como eu sou. Eles foram os escolhidos de Deus para me receberem. Foram presenteados com a minha chegada e juntos nós escrevemos a história da minha vida. Não posso falar com palavras como amo minha família e você que faz parte da minha vida e contribui para minha felicidade e meu bem-estar, mas receba através do meu sorriso e do meu olhar toda a minha manifestação de carinho e amor por você. Eu me sinto abençoado pelos pais que Deus me deu, pois eles muito oraram, choraram e imploraram a Deus pela minha vida, pela minha saúde, para que eu não sofresse, não sentisse mais aquelas dores, para que eu pudesse compartilhar com eles muitos momentos especiais, como este que estamos compartilhando agora, que é o meu aniversário. Eles suportaram e suportam o esforço físico, o cansaço e a dor no coração de ver um filho sofrendo. Sinto-me abençoado também pela maninha tão especial que eu tenho, pela sua tolerância, paciência e pelo seu IMENSO amor por mim. Eu sei o quanto ela sofre por me ver assim sem poder brincar com ela do jeito que ela queria como brincar de esconde-esconde, pegador, jogar bola, andar de bicicleta. Vejo as lágrimas que ela derrama para o Papai do céu em meu favor e é por isso que eu sou muito feliz pela maninha que tenho e por a minha família viver intensamente cada momento de nossas vidas. Muitos caminhos desconhecidos pelos quais passamos nos assustaram, nos trouxeram medo e nos deixou frágeis, porém trouxe surpresas inimagináveis, pessoas especiais e inúmeras experiências, as quais servem para nos fortalecer, para melhorarmos como ser humano. Também experiências e situações curiosas como, passar a noite de Natal em família num quarto de hospital tendo como ceia um gostoso cachorro-quente. É... Minha maninha estava lá, comigo! Sou feliz... * porque sei que a mão do Senhor esteve, está e sempre estará comigo. * porque tenho tudo de que preciso. * meus pais e minha maninha sempre fizeram o máximo para me ver feliz. * minha família nunca desistiu de mim. Sinto a alegria a cada amanhecer por Papai do céu me conceder a chance de respirar o perfume exalado das flores e ouvir o lindo canto dos passarinhos que Ele preparou para o despertar do meu soninho. Sei que eu sou o presente de maior valor para a minha família e para aqueles que me amam e que não medem esforços para realizarem o melhor para mim. Continuarei fazendo planos para a primavera, verão, outono e inverno. Não tenho certeza se os mesmos acontecerão. A única certeza que tenho é que: * não há quem mude os planos de Deus para minha vida. * sou um vencedor independente da situação. * posso ser o menor, mas o Maior comigo está. * posso ser o mais fraco, mas o Forte por mim vencerá. * a missão dos escolhidos é a certeza da vitória. Na caminhada da minha vida eu preciso de muito carinho, amor, ajuda, paciência, compreensão e muuuuuitos mimos. Por isso eu te agradeço por cada ajuda tua dada a mim e a minha família, pois sabemos que várias mãos juntas, unidas podem mais, amparam mais. Pelas tuas orações, pelas tuas lágrimas, pelas tuas mensagens pelo celular, pelas tuas visitas, pela tua palavra amiga e confortante, pelo teu sorriso. A você que me ajudou e ajuda nesta caminhada, dia após dia, transmitindo confiança quando tudo parece perdido, MEU MUITO OBRIGADO! Agradeço aos profissionais que me ajudam a superar minhas dificuldades, pelo amor e cuidado dedicados a mim, por me ajudar a ser o melhor dentro dos meus limites. Agradeço acima de tudo a oportunidade de ter amigos apesar de minhas limitações e saber o quanto sou importante, amado e paparicado por todos eles. Sei que sou um guerreiro, que lutei e luto pela vida a cada dia. Sei também que a vida é um grande mistério. E que sou uma incógnita, sempre fui, mas Deus também o é! Deus me deu mais uma chance. E você me ajudou, colaborou para que isso acontecesse, através das tuas orações, das tuas súplicas ao Papai do céu. Através do meu sorriso, do meu olhar, mamãe compreende que eu sou feliz e que valeu a pena tudo. Por causa das minhas limitações, não consigo falar o que sinto, mas mamãe conhece meus sentimentos, lê meus pensamentos, sabe o que eu sinto pelos olhos do coração, através da alma, sentimento este que só as mamães conhecem, por isso foi ela que escreveu por mim esta carta onde quero demonstrar minha alegria de viver, o meu amor e meu agradecimento a você que está lendo esta carta. Obrigado Senhor por mais este dia! “Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31 MICAEL 30/08/2012

domingo, 29 de julho de 2012

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Futuro!!!

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor. Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é umdireito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”?É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado?Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba. ELIANE BRUM, Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Como ajudar seu filho na escola

“... Mas é preciso cuidado para não exagerar. Alguns pais, na ânsia de auxiliar os filhos nos estudos, muitas vezes, e sem perceber, pecam por excesso, como explica VALÉRIA RODRIGUES SILVEIRA, psicóloga colaboradora do Núcleo de Pesquisa e Extensão sobre o Bebê e a Infância (NUPEBI) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG): “Auxiliar na tarefa é diferente de fazer a tarefa para a criança. O papel dos adultos nesse momento é ajudar e ensinar a criança a pensar sobre o assunto em questão de modo que ela seja capaz de desenvolver e aprimorar seu raciocínio, ou seja, sua capacidade cognitiva. O hábito de dar a resposta pronta pode atrapalhar o desenvolvimento dessa capacidade. Além disso, podemos dizer que o aprendizado não é apenas da matéria, mas também social, pois a família, que é o primeiro ambiente de relações sociais da criança, tem o papel de ensinar como se dão tais relações. “Se a família ensina que a criança não precisa se esforçar, pois ‘os outros’ lhe darão as respostas, parece coerente se ela lidar dessa forma em outros contextos de sua vida, em outras etapas de seu desenvolvimento.”. O caminho mais saudável é acompanhar os resultados dos pequenos de perto, mas sem transformar a cobrança em algo negativo. “Há formas de tornar esse momento mais agradável para a criança. Ao invés de tratar a questão com cobranças do tipo ‘se você não fizer a tarefa antes do jantar ficará sem sobremesa’ costuma-se indicar a participação do adulto. Auxiliar nas dúvidas e propor discussões sobre o tema da aula, são boas estratégias motivacionais”, recomenda a especialista. Para as séries iniciais uma dica que costuma dar bons resultados no desempenho escolar é criar um momento de leitura da criança para a família. “O texto pode ser escolhido por ela própria e a família combina o dia e horário. “Assim, todos estarão atentos ao desenvolvimento escolar e o aluno poderá se motivar por essa atenção que a família lhe está dedicando”, explica. E se nada der certo em um primeiro momento, é preciso averiguar se a família está passando por algum processo de mudança, pois é comum que isso interfira no desempenho escolar dos filhos. “Costuma-se indicar que a procura por um tratamento não seja apenas quando ‘as coisas não têm mais jeito’, como quando o filho está prestes a repetir o ano. É aconselhável que se busque a orientação de um profissional da área, como um psicólogo ou psicopedagogo, nos primeiros sinais de que os pequenos estão com dificuldades. Nem sempre haverá a necessidade dessa orientação evoluir para um tratamento, mas é importante saber por onde se está caminhando, se trata-se de alguma dificuldade pontual ou se há outras questões envolvidas. “Para essa percepção, no entanto, é preciso estar atento e participar da vida escolar dos filhos”, conclui a psicóloga "... Mas é preciso cuidado para não exagerar. Alguns pais, na ânsia de auxiliar os filhos nos estudos, muitas vezes, e sem perceber, pecam por excesso, como explica VALÉRIA RODRIGUES SILVEIRA, psicóloga colaboradora do Núcleo de Pesquisa e Extensão sobre o Bebê e a Infância (NUPEBI) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG): “Auxiliar na tarefa é diferente de fazer a tarefa para a criança. O papel dos adultos nesse momento é ajudar e ensinar a criança a pensar sobre o assunto em questão de modo que ela seja capaz de desenvolver e aprimorar seu raciocínio, ou seja, sua capacidade cognitiva. O hábito de dar a resposta pronta pode atrapalhar o desenvolvimento dessa capacidade. Além disso, podemos dizer que o aprendizado não é apenas da matéria, mas também social, pois a família, que é o primeiro ambiente de relações sociais da criança, tem o papel de ensinar como se dão tais relações. Se a família ensina que a criança não precisa se esforçar, pois ‘os outros’ lhe darão as respostas, parece coerente se ela lidar dessa forma em outros contextos de sua vida, em outras etapas de seu desenvolvimento.”. O caminho mais saudável é acompanhar os resultados dos pequenos de perto, mas sem transformar a cobrança em algo negativo. “Há formas de tornar esse momento mais agradável para a criança. Ao invés de tratar a questão com cobranças do tipo ‘se você não fizer a tarefa antes do jantar ficará sem sobremesa’ costuma-se indicar a participação do adulto. Auxiliar nas dúvidas e propor discussões sobre o tema da aula são boas estratégias motivacionais”, recomenda a especialista. Para as séries iniciais uma dica que costuma dar bons resultados no desempenho escolar é criar um momento de leitura da criança para a família. “O texto pode ser escolhido por ela própria e a família combina o dia e horário. Assim, todos estarão atentos ao desenvolvimento escolar e o aluno poderá se motivar por essa atenção que a família lhe está dedicando”, explica. E se nada der certo em um primeiro momento, é preciso averiguar se a família está passando por algum processo de mudança, pois é comum que isso interfira no desempenho escolar dos filhos. “Costuma-se indicar que a procura por um tratamento não seja apenas quando ‘as coisas não têm mais jeito’, como quando o filho está prestes a repetir o ano. É aconselhável que se busque a orientação de um profissional da área, como um psicólogo ou psicopedagogo, nos primeiros sinais de que os pequenos estão com dificuldades. Nem sempre haverá a necessidade dessa orientação evoluir para um tratamento, mas é importante saber por onde se está caminhando, se trata-se de alguma dificuldade pontual ou se há outras questões envolvidas. Para essa percepção, no entanto, é preciso estar atento e participar da vida escolar dos filhos”, conclui a psicóloga Valéria Silveira.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Auto estima

Leiam: http://www.escolapsicologia.com/esta-disposto-a-fazer-o-que-e-preciso-para-ser-feliz/?

Depressão

Muito interessante: www.escolapsicologia.com/compreender-depressao-sintomas-causas-tratamento

domingo, 18 de dezembro de 2011

REFLEXÕES DE FINAL DE ANO

A chegada do final do ano nos convida a refletir sobre o período que se passou e o que está por vir.

Este é o momento de repensar a própria vida e avaliar os pontos que desejamos mudar no ano que se inicia.

Este processo de reflexão possibilita que o indivíduo se reorganize para desfrutar de maior equilíbrio nesta nova etapa que está por vir.

Quando se deseja repensar a própria vida muitos fatores podem ser considerados, mas há três áreas de grande importância: vida afetiva, vida profissional e relação consigo mesmo. A análise da vida afetiva e familiar nos leva a considerar a qualidade das relações que estabelecemos com aqueles que nos cercam.

Você se sente satisfeito com seus relacionamentos pessoais? De modo geral, as pessoas com quem você convive te fazem bem? Quais aspectos de seu comportamento têm sido elogiados e quais têm sido criticados por amigos e familiares?

Após fazer todas estas perguntas você deve tentar imaginar o que você pode fazer para melhorar a qualidade de seus relacionamentos. Este tipo de reflexão permitirá que você reveja suas atitudes e tenha uma vida pessoal menos conflitiva e mais prazerosa.

Em relação à vida profissional é importante questionar-se sobre o grau de satisfação que você tem em seu trabalho. Você se sente realizado com a atividade que executa? Sente-se reconhecido e valorizado por seu trabalho? Sua remuneração está suprindo suas necessidades? Qual a qualidade dos relacionamentos com seus superiores e com seus colegas de trabalho? Perguntas como esta possibilitam que você avalie os prós e contras de seu trabalho e analise se é ou não necessário batalhar por uma atividade que esteja mais próxima de seus interesses e que te dê maior satisfação.

Por fim, cabe ainda avaliar a relação que você estabelece consigo próprio. Você está satisfeito com a pessoa que é? Quais são suas maiores virtudes? Quais defeitos você deseja superar? Como sua aparência física te faz sentir? Você deseja alterar sua imagem atual? Quais fatores têm dificultado para que você alcance as transformações que deseja? Estas perguntas permitem que a pessoa reflita sobre seus hábitos e se esforce para alterar as atitudes que lhe tem trazido sofrimento.

Enfim, o final do ano propicia que o indivíduo reavalie seus projetos pessoais e que busque as transformações almejadas. Reconhecer a necessidade de mudança e acreditar na capacidade de alcançá-la é um grande passo para que se possa viver de forma mais satisfatória no ano vindouro.
Por:
Flávia Leão Fernandes

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SAIA DE CIMA DO PREGO

Há uma metáfora muito interessante, que narra a
viagem de um escritor.
Em dado ponto da estrada, que cortava um deserto norte-americano, o homem
resolve parar o carro num posto de gasolina para abastecê-lo.
Vê um velhinho perto da bomba de combustível e ao seu lado um cachorro deitado,
que uivava de dor.
O homem pede que o velhinho ponha a gasolina e fica observando intrigado o
cachorro, que não para de gemer.
- O que acontece com esse cão? - Perguntou o escritor ao velho. - Por que ele
não para de uivar?
- Ah! É porque ele está deitado na tábua.
- Só por isso?
- Bem, é que na tábua há um prego.
- Sei... E porque ele simplesmente não sai de cima do prego?
- Meu amigo - responde o velhinho -, é porque a dor é suficiente apenas para
que ele gema e se lamente. Mas não é suficiente para que ele saia de cima do
prego.
Em muitos momentos agimos assim. Algo nos incomoda, chateia e atrapalha o
crescimento em diversos sentidos. Contudo, nos habituamos tanto àquele estado
de coisas que vamos deixando simplesmente as coisas ficarem como estão. Até nos
queixamos, reclamamos, mas pouco empreendemos na direção de uma mudança real.

A possibilidade de mudança está na atitude e não na fala.

Falar é um hábito que nos mantém em cima do prego.

domingo, 13 de novembro de 2011

Ano 2020: A extinção dos professores

O ano é 2020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:

– Vovô, por que o mundo está acabando?

A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:

– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?

O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.

– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.

– E como foi que eles desapareceram, vovô?

– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.

Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.

Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.

Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

ATENÇÃO: Qualquer semelhança com a situação deste País ultrajado e saqueado por políticos quadrilheiros e mafiosos, não é mera coincidência.

Recebi por e-mail, para pensar...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mudar para progredir...

Toda a mudança gera medo, porque toda mudança o leva ao desconhecido, a um mundo estranho. Se nada mudar e tudo permanecer estático, você nunca terá medo algum. Isto significa que se tudo estiver morto, você não terá medo.

Por exemplo, você está sentado e existe uma rocha ao seu lado. Não há nenhum problema: você olha para a rocha e está tudo bem. De repente, a rocha começa a se mover; você fica assustado. Vivo! Movimento gera medo; e se tudo estiver parado, não há nenhum medo. Eis porque pessoas, com medo de cair em situações temerosas, arranjam uma vida sem mudanças. Tudo permanece na mesma e a pessoa segue uma rotina morta, completamente esquecida de que a vida é um fluxo. Ela permanece numa ilha própria onde nada muda. A mesma sala, as mesmas fotografias, a mesma mobília, a mesma casa, os mesmos hábitos, as mesmas camas - tudo na mesma. O mesmo maço de cigarros; não gostará sequer mesmo de uma marca diferente. Entre isso, no meio dessa mesmice, a pessoa sente-se à vontade.

As pessoas vivem quase que em seus túmulos. O que chama de uma vida conveniente e confortável não é nada senão um túmulo disfarçado. Então, quando você começa a mudar, quando começa na jornada do espaço interior, quando se torna um astronauta do espaço interior, tudo está a mudar depressa, cada momento tremendo de medo. Desse modo, mais e mais medo precisa ser enfrentado.

Deixe o medo estar lá. Pouco a pouco começará a desfrutar tanto das mudanças que estará preparado a qualquer custo. Mudanças irão dar-lhe vitalidade... Mais vivacidade, alegria, energia. Então você não será como um poço - fechado por todos os lados, estático.
Você se tornará como um rio correndo em direção ao desconhecido, em direção ao oceano onde desaparece.

(Osho)

Para refletir

Quando você conseguir superar
graves problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado
mais essa prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus
que permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança
diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.

Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.

Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!

Chico Xavier

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Reflexão:

QUANDO ACREDITAVAS QUE NAO ESTAVA OLHANDO
Uma mensagem que todos os pais e adultos devem ler lembrando que as crianças estão atentas ao que fazemos e ao que dizemos.

Carta de um menino: “QUANDO ACREDITAVAS QUE EU NÃO ESTAVA OLHANDO...”

Quando acreditavas que eu não estava olhando.... ...te vi colocar meu primeiro desenho na geladeira e corri fazer outro... Quando acreditavas que eu não estava olhando... ...te vi pondo alimento na vasilha do cachorro e aprendi que é bom cuidar dos animais...

Quando acreditavas que eu não estava olhando... ...vi lágrimas saírem de teus olhos e aprendi que algumas vezes as coisas machucam, mas que é bom chorar...

Quando acreditavas que eu não estava olhando... ...te vi fazer meu doce favorito e aprendi que as pequenas coisas são as que fazem a vida especial....

Quando acreditavas que eu não estava olhando... ...te escutei fazer uma oração e soube que há um Deus A quem sempre posso recorrer e aprendi a confiar n´Ele

Quando acreditavas que eu não estava olhando... ...senti teu beijo de boa noite e me senti amado e protegido...

Quando acreditavas que eu não estava olhando... ...te vi dar de teu tempo, de teu dinheiro para ajudar a quem não tinha nada e aprendi que os que tem devem ajudar aos que não tem. Quando acreditavas que eu não estava olhando...te vi cuidar de nossa casa e de nós e aprendi que devemos cuidar do que nos é dado.

Quando acreditavas que eu não estava olhando... ...aprendi contigo as lições da vida que precisava: …como ser uma pessoa boa e produtiva... …como dizer “muito” com apenas um sorriso…

...te olhei e quis dizer-te… “OBRIGADO POR TODAS AS COISAS QUE VI QUANDO ACREDITAVAS QUE EU NÃO ESTAVA OLHANDO”.

Não nos esqueçamos… TODOS NÓS PAIS, IRMÃOS, AMIGOS, INFLUENCIAMOS A VIDA DOS PEQUENINOS QUE TEMOS À NOSSA VOLTA

Embora pensemos …que não estão nos olhando…

desconheço autoria

terça-feira, 11 de outubro de 2011

amigosdepelotas.com: Alienação parental

amigosdepelotas.com: Alienação parental: Cláudia Rodrigues * Publicado originalmente no site Sul 21 Somente na porta da escola, a mãe da pequena Ana percebeu que era o dia das ...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ser feliz ou estar feliz, o que vc prefere???

Quase todas as pessoas sonham com uma vida melhor , o que significa qualidade de vida, prazer, felicidade... isso é na verdade estar bem consigo mesmo em qualquer circunstância. Entretanto essa definição é individual , porque depende da personalidade , projetos , expectativas , experiencias , crenças , valores , desejos...
Na verdade todos temos percepção dos sinais indicadores do momento de mudar... de rumo ou seguir enfrente , basta atentarmos para isso e agir na hora certa.
A felicidade pode ser momentos , pode ser duradoura ou simplesmente não existir , o que também é individual.
É preciso descobrir se somos felizes , se estamos felizes ou do que precisamos para ser feliz.
A boa noticia é que se estamos infelizes ou somos infelizes é hora de por as mãos na massa e conquistar , construir sua felicidade. Ajude a si mesmo , tenha ânimo e persistência , as dicas estão ai:
1- Elimine o se , também lamentações do passado , se desprenda , use os erros como aprendizagem e viva HOJE!
2- Aceite-se e lembre que todos tem defeitos , melhore seu amor próprio , eleve sua auto-estima.
3- Esteja aberto a novas idéias , a vida é dinâmica! Recicle conceitos , inove ... sem agredir seus valores e desejos.
4- Seja moderado , logo vai encontrar o equilibrio para qualquer situação.
5- Trabalhe sem se escravizar , encontre prazer no que faz , e não sacrifique aspectos importantes de sua vida.
6- Aprenda a dizer não quando necessário , não comprometa sua saúde física e mental se sobrecarregando .
7- Não adie soluções , resolver os problemas é melhor que fujir , e cada um resolve seus próprios problemas.
8- Priorize você , é possível encontrar prazer em coisas simples da vida. Encontre em sua rotina atitudes que gerem prazer...
O autoconhecimento eleva a auta-estima , quem os tem não se abate facilmente.
Identifique e valorize somente o que realmente é importante.
É preciso reaprender a viver para fazer alguns ajustes e conquistar ou construir uma vida mais feliz.
Não é uma tarefa fácil , mas possível. Com dedicação e afinco praticamos atitudes que geram equilíbrio, fatores fisiologicos( atividade física, alimentação balanceada e boa qualidade de sono ) , basta acrescentar o maior tempo possível para o lazer , o que favorece maior rendimento profissional e intelectual e demostra baixas taxas de estresse.
9- E por fim...não tenha medo de tomar decisões, quando seu coração mandar, pois amanhã poderá ser tarde demais...viva cada dia com um novo olhar, seja feliz, busque ser feliz, vá em busca da felicidade, mesmo que esta seja por momentos, certamente valeu a pena e se perdurar muito melhor... você estará completa e seu coração vai agradecer.

Alvaro Madruga