domingo, 12 de dezembro de 2010

Etapas da Adolescência

A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimila numa nova estrutura mais madura.
A adolescência é uma época de imaturidade em busca de maturidade. Mas… como é difícil para os pais este novo período na educação dos filhos! No adolescente, nada é estável nem definitivo, porque se encontra numa época de transição.
Vejamos em que consiste a adolescência e o que é a maturidade; quais são as mudanças que os adolescentes costumam sofrer, bem como as fases pelas quais vão passando, para podermos ter atitudes positivas que favoreçam a superação dessa crise.
O caminho básico que os pais devem seguir é o da compreensão, com o devido respeito e carinho que merece cada um dos adolescentes.
A adolescência é este período no qual uma criança se transforma em adulto. Não se trata apenas de uma mudança na altura e no peso, nas capacidades mentais e na força física, mas, também, de uma grande mudança na forma de ser, de uma evolução da personalidade.
ALTERAÇÕES QUE SUCEDEM NAS DIFERENTES ETAPAS DA ADOLESCÊNCIA
a) A puberdade ou adolescência inicial (11 a 14 anos)
- Nasce a intimidade (o despertar do próprio “eu”).
- Crise de crescimento físico, psíquico e maturação sexual.
- Não há ainda consciência daquilo que se está a passar.
- Conhece pela primeira vez as suas limitações e fraquezas, e sente-se indefeso perante elas.
- Desequilíbrio nas emoções, que se reflete na sensibilidade exagerada e na irritabilidade.
- “Não sintoniza” com o mundo dos adultos.
- Refugia-se no isolamento ou no grupo de companheiros de estudo, ou integra-se num grupo de amigos.
Ajudas positivas:
- Conhecer bem cada adolescente, os seus pontos fortes, as suas fraquezas, amizades, etc.
- Revelar-lhe como é, o que lhe está a suceder e que sentido tem as mudanças que está a sofrer.
- Que conheça as suas limitações e as suas possibilidades.
- Ajudá-lo a esclarecer o que é a autêntica liberdade, distinguindo-a da libertinagem.
- Fomentar a flexibilidade nas relações sociais.
- Sugerir atividades que lhe permitam estar ocupado.
- Que reflita nas influências negativas do ambiente, especialmente nas que derivam da manipulação publicitária e nas que motivam condutas sexuais desordenadas.
B) A adolescência média (13 a 17 anos)
- Do despertar do “eu” passa-se à descoberta consciente do “eu”, ou da própria intimidade. A introversão tem agora lugar, pois o adolescente médio precisa viver dentro de si mesmo.
- Aparece a necessidade de amar. Costumam ter imensas amizades. Surge o “primeiro amor”.
- A timidez é característica desta fase. Medo da opinião alheia, motivado pela desconfiança em si mesmo e nos outros.
- Conflito interior ou da personalidade.
- Comportamentos negativos, de inconformismo e agressividade para com os outros. Causados pela frustração de não poderem valer-se por si mesmos.
Ajudas positivas:
- Guiá-los para que adaptem as suas condutas às aspirações mais nobres e íntimas que descubram dentro de si.
- Que saibam desmascarar as manipulações publicitárias e as do meio ambiente, especialmente as do consumismo e tudo aquilo que não lhes permita meterem-se dentro de si mesmos e refletir.
- Que aprendam a procurar o silêncio, para que, sem medo, possam conhecer-se a si mesmos – a pensar e a refletir – e descobrir as suas mais profundas aspirações e fazer propósitos com decisão.
- Colaborar com eles para que descubram o valor e o respeito pela intimidade.
- Que se esforcem por pensar e refletir com rigor, evitando a superficialidade.
- A paciência e o amor, unidos a uma suave firmeza, são os recursos para libertar o jovem da esfera das suas impertinências.
- Evitar os enfrentamentos violentos. Permitir-lhe que se acalme perante as suas reações violentas.
- Manter a serenidade a todo o custo, para poder dialogar com ele.
C) A adolescência superior (16 a 22 anos)
- Começa a compreender-se e a encontrar-se a si mesmo e sente melhor a integração no mundo onde vive.
- Apresenta um significativo progresso na superação da timidez.
- É mais sereno na sua conduta. Mostra-se menos vulnerável às dificuldades.
- Tem maior autodomínio.
- É a época de tomar decisões: futuro, estudos…
- Começa a projetar a sua vida.
- Estabelece relações mais pessoais e profundas.
Ajudas positivas:
- Que aprendam a escutar e a compreender os que pensam de forma diferente da deles ou do seu pequeno grupo, mas que não abdiquem das suas ideias ou princípios.
- Que reflitam constantemente sobre os pontos de vista que são contrários aos seus, sabendo interpretá-los adequadamente.
- Que saibam suportar as contrariedades que qualquer responsabilidade implica, seja própria ou perante os outros.
- “Querer é poder”. Que se convençam de que não é possível conseguir mais se não nos propomos seriamente a isso.
Tópicos para lidar com um adolescente:
- Mostrar-lhe sincera amizade.
- Estabelecer uma comunicação baseada no respeito, na confiança e na oportunidade.
- Ter sempre muita compreensão.
- Aprender a escutá-los.
- Não cansar de os animar.
- Exigir suavemente, mas com firmeza.
- Compartilhar seus projetos.
- Medir bem aquilo que vai exigir.
- Manter-se firme nas decisões que se tiverem tomado.
- Ceder nas coisas de pouca importância.

sábado, 27 de novembro de 2010

GRAFISMO

No processo de desenvolvimento do grafismo infantil, de acordo com o avanço da idade, a criança apresenta uma linguagem própria relacionada com a construção de seu próprio eu, confrontado com suas relações sociais e seu cotidiano. Salientando-se que não necessariamente a criança tem que “encaixar-se” exatamente na etapa descrita, pois se sabe que algumas se desenvolvem mais lentamente que as outras.

Quando a criança pega no lápis e descobre seus registros, começa a rabiscar obsessivamente até desgastar toda a ponta do lápis ou quando pega uma caneta esferográfica, o processo é o mesmo. Ao final do seu primeiro ano de vida, a criança já é capaz de manter ritmos regulares e produzir seus primeiros traços gráficos, fase conhecida como dos rabiscos ou garatujas (termo utilizado por Viktor Lowenfeld para nomear os rabiscos produzidos pela criança).

A medida em que a criança passa a ter o domínio das sensações imediatas, ela se torna capaz de estabelecer semelhanças e diferenças entre os elementos. Ressaltando-se que isso acontece a partir dos 02 anos de idade, quando os gestos naturalmente vão se arredondando, logo o aparecimento do círculo, mostra no desenho a composição de uma forma fechada.

A conversação do tipo evidencia-se através dos bonecos que possuem o mesmo molde, caracterizando-se por ausência de tronco, de onde os braços partem diretamente desse, ou mesmo os braços partem da cabeça. Geralmente percebidos na faixa etária de 03 a 04 anos.

Destaca-se que entre a faixa etária de 04 a 07 anos, as crianças começam a vincular os seus desenhos com o mundo exterior, logo começam a desenhar pessoas e coisas. No entanto, há crianças que não conseguem relacionar as coisas entre si, elas apenas as dispersam no papel.

Na fase de 07 a 10 anos, a criança ainda continua desenhando sem proporções, pois na verdade analisa-se que o exagero de certas figuras representa aos adultos a impressão desproporcional, porém trata-se apenas de foco de interesse.

domingo, 24 de outubro de 2010

NÍVEIS DE ESCRITA

Inicialmente a criança pensa que a escrita é uma forma diferente de representar desenhos/objetos.
Em sua lógica, passarinho deve ser representado de forma pequena por ser um animal pequeno e elefante de forma grande por ser um animal grande.



Nível Pré Silábico
A criança não relaciona a escrita com a fala e não compreende a função social da escrita. A escrita é outra forma de desenhar o objeto. Nesta fase não é importante o nome das letras.
Exemplo: CAVALO – UFORAVT
FORMIGA – UAOM


Nível Silábico
A criança percebe que a escrita representa a fala. A escrita passa do processo global para o individual e para ser lida é necessária uma quantidade mínima de letras, por isso apresenta dificuldades para escrever monossílabas e dissílabas. Não há segmentação de palavras e a criança percebe que os outros não conseguem ler sua escrita. A leitura é global e não pontual.
Exemplo: PEPINO – EIO


Nível Silábico Alfabético
Tem como principal característica a relação grafema e fonema. A criança pode ou não fazer uso do valor sonoro convencional; começa a descobrir a relação consoante/vogal.
Exemplo: CAVALO – CAV LO


Nível Alfabético
A criança já percebe a estrutura do sistema alfabético, embora ainda possa escrever ou não ortograficamente. Descobre o valor sonoro convencional, no entanto ainda emenda palavras; pode ou não separar sílabas convencionalmente.
Exemplo: CARRO – CARO


Fonte: Os contos de fada e a psicopedagogia – buscando soluções para problemas de escrita. Clara Alice Campos e outros. Editora Vetor – São Paulo.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

DEFICIÊNCIAS!!! TODOS TEMOS...

Deficiências

Mario Quintana

Escritor gaúcho 30/07/1906 - 05/05/1994




"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.


"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.


"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.


"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.


"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.


"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.


"Diabético" é quem não consegue ser doce.


"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:


"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre.”

terça-feira, 7 de setembro de 2010

SOBRE ESTAR SOZINHO...

Não é apenas avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de Amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual existe a individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, e, que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo está fadada a desaparecer neste início de século. O Amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher; ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra ordem deste século é parceria.
Estamos trocando o Amor de necessidade, pelo Amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Como o avanço tecnológico, exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras.
O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa alguma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem que ir se relacionando para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísmo não tem energia própria, ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nossa forma de Amor, ou mais Amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o individuo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro.
Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O Amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é significante ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Dr. Flávio Gikovate

domingo, 5 de setembro de 2010

A importância de brincar

As brincadeiras e toda riqueza de aprendizado que essas experiências possibilitam, tanto para os filhos quanto para os pais, estão ficando em segundo plano.
A ausência desse potencial lúdico tem relação direta com a avalanche de crianças com distúrbios de aprendizagem ou com transtornos comportamentais.
Uma infância estimulante exige passatempos apropriados (eles variam de acordo com a faixa etária). Quando essas atividades são feitas, também, na companhia dos pais, a criança tem chance de experimentar formas saudáveis de competição. Trata-se de uma simulação que ajuda a trabalhar os medos e a insegurança, deixando as crianças muito mais à vontade para enfrentar os desafios.
Além disso, a maioria das atividades exige bastante concentração para ser realizada. Só isso já chega a ser desafiante, principalmente entre os mais agitados.
Mas nada de isolar a criança de outros pequenos. A convivência com a mesma idade é fundamental para desenvolver o emocional infantil. Entre iguais, ela precisa se virar, encontrando maneiras de se expressar e fazer valer aquilo em que acredita.

Vínculos mais fortes
Mostre a seu filho que ele tem condições de ficar um tempo sozinho, ainda que sob supervisão no caso dos mais novinhos. Essa atitude aparentemente desprendida é uma estratégia poderosa para reforçar os vínculos familiares e fortalecer a confiança do seu filho.
Caso isso aconteça de forma tranqüila, as chances de que a criança venha a desenvolver um comportamento equilibrado são enormes. As relações emocionais em família antecedem quaisquer outras, servindo de modelo para o comportamento mantido fora de casa.
Não dá para tratar as crianças como adultos. É preciso respeitar os interesses próprios de cada idade e vibrar com as novas descobertas e estar por perto encaminhado as próximas.

Algumas dicas para estimular as crianças
De 0 a 1 ano
Mãe é a melhor diversão. Olhar, sorrir, conversar e pegar são brinquedos especiais no 1º ano.
0 a 3 meses – Objetos coloridos, macios, leves com som ou movimento. O bebê gosta de observar.
4 a 6 meses – O chocalho é uma atração universal para a criança que já pega coisas por iniciativa própria.
7 a 9 meses – Aparecem os primeiros dentes e os mordedores fazem sucesso. Começa a noção de ação e reação, por isso o bebê gosta de jogar coisas no chão para que os outros peguem. Jogar bola é uma diversão.
10 a 12 meses – Tamanho, forma e textura dos brinquedos atraem as crianças. Objetos para levar à boca são bons para exercitar os órgãos envolvidos na fala.
Antes de andar, deve ter espaço para rolar, engatinhar, sentar, ou seja, garantia de liberdade de ação.
De 1 ano a 1 ano e meio
A criança imita sons e reconhece objetos. Brincar diante do espelho e imitar animais. Músicas com coreografias associadas.
Adora brincar de espalhar e guardar tudo. Claro que do jeito dele.
Sugestões de brinquedos:
Caixote com objetos de formas geométricas;
Cubos, círculos e triângulos de plástico ou feltro;
Potes e tampas;
Panelinhas.
De 1 ano e meio a 2 anos
A criança já reconhece algumas cores e formas.
Sabe procurar e encontrar objetos que guardou.
Gosta de brinquedos que possa empurrar, puxar, encaixar e explorar com os dedos.
Adora descobrir como as coisas funcionam.
Sugestões de brinquedos:
Brinquedos de montar Bichinhos de plástico;
Cubos com formas vazadas para encaixar peças similares;
Carrinhos e caminhões;
Chaves.
De 2 anos a 2 anos e meio
Após os 2 anos a criança começa a descobrir o prazer de brincar com o outro. Ela já é capaz de assimilar muitas palavras ao mesmo tempo, construindo frases completas. Reconhece cores e formas. Compreende perfeitamente o significado da palavra NÃO. Classifica formas, cores e espessuras.
Sugestões de brinquedos:
Blocos lógicos;
Blocos de madeira com diferentes formas e tamanhos para fazer torres e pequenas construções.
3 anos
Nesta fase, papais e mamães precisam ter bastante disponibilidade para responder a todos os questionamentos da criança - Como? Quando? E a preferida: Por quê? Apesar da linguagem ainda estar em desenvolvimento, seu vocabulário já é bastante extenso; consegue comunicar-se com perfeição. A coordenação motora fina está mais segura. É nesta fase que a lateralidade (destra ou canhota) normalmente se define.
Sugestões de brinquedos:
Cubos de tecido, onde cada lado existe um treino motor como zíperes, botões e ganchos para abrir e fechar.
Cubos com tamanhos decrescentes e que se encaixam um dentro do outro, para serem empilhados.
4 anos
Agora a criança apresenta maior coordenação global e conseqüentemente coordenação fina. Começa a se interessar por brincadeiras coletivas e demonstra maior equilíbrio.
Sugestões de brinquedos:
Jogos em equipe com uso de bola e bastões
Bicicleta
Trabalhos manuais, com tesoura de ponta redonda e sob supervisão de adultos
5 anos
Treinamento e motricidade já bem definidos. A criança descobre a satisfação em tentar resultados diferentes e conseguir realizar trabalhos esteticamente bonitos. A gama de opções cresce bastante. Torna-se mais sociável, descobrindo o prazer de brincar em grupo.
Sugestões de brinquedos:
Modelagem em massinha, argila ou gesso
Canetas e caderno de desenho
Quebra-cabeças
Pular corda
Jogos coletivos com regras e objetivos mais elaborados
6 anos
A criança já é capaz de realizar diversas tarefas sozinha: troca a própria roupa, escova os dentes, dá laço em tênis. Bastante independente, já conhece a função de cada objeto. Surge um interesse maior por jogos eletrônicos e computador. Há bastante polêmica neste sentido, mas bem dosada a tecnologia estimula o raciocínio e o desenvolvimento de estratégias.
Sugestões de brinquedos:
Jogos eletrônicos
Jogos em computador
Bonecos e bonecas
Palavras cruzadas
Jogos com figuras e letras que representem a letra inicial do objeto
7 a 9 anos
Raciocínio lógico pode ser usado quase em sua totalidade, permitindo o trabalho com jogos de estratégias simples.
Sugestões de brinquedos:
Jogo da velha
Jogo de damas
Trilha
10 a 12 anos
Com o pensamento lógico desenvolvido em sua plenitude, podemos usar jogos mais complexos e estratégias que necessitem de abstração.
Sugestões de brinquedos:
Estratégias de guerra
Batalha naval
Jogos de tabuleiro que forcem cálculos, previsões, custos e lucros Jogos de conhecimento geral com perguntas e respostas das mais diversas áreas.